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© Nuno Graça Moura
Edifício Vodafone
Vodafone building

Pretendemos um edifício sem excessos formais ou "expressivos", de certa forma implícitos no programa de concurso, mas que, em nosso entender, também na arquitectura, pouco duram. À volumetria, dada à partida e absolutamente não alterável, procurou-se adaptar uma estrutura modular racional, que permite flexibilidade na organização. Um corpo central alberga acessos verticais e serviços, libertando a restante área em "open-space". Ao nível do rés do chão, a loja volta-se para a Av. da Boavista, enquanto as áreas sociais se abrem generosamente para pátios, que comunicam com o jardim. As fachadas sublinham a horizontalidade resultante da sobreposição dos pisos, diminuindo a escala do edifício. Os planos dos vidros são desfazados dos das lajes.

Edifício Vodafone

Pretendemos um edifício sem excessos formais ou "expressivos", de certa forma implícitos no programa de concurso, mas que, em nosso entender, também na arquitectura, pouco duram. À volumetria, dada à partida e absolutamente não alterável, procurou-se adaptar uma estrutura modular racional, que permite flexibilidade na organização. Um corpo central alberga acessos verticais e serviços, libertando a restante área em "open-space". Ao nível do rés do chão, a loja volta-se para a Av. da Boavista, enquanto as áreas sociais se abrem generosamente para pátios, que comunicam com o jardim. As fachadas sublinham a horizontalidade resultante da sobreposição dos pisos, diminuindo a escala do edifício. Os planos dos vidros são desfazados dos das lajes.


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P - Porto
2006

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